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Contorcionismo cansativo…

- USSR, bom dia. – Uh… acho que liguei errado. Queria falar no QG do Telegram do Mito. – É aqui mesmo. Trocamos nossa sigla todo mês, sempre de acordo com as prioridades do chefe. – E o que essa … Continue lendo

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Memes bélicos…

- Alô. Vlad? – Доброе утро, Bolsonaro. – O que foi que ele disse? Essa tradutora simultânea tem que ser mais rápida. Bom dia? Bom dia o cacete, Vlad! Você tá querendo me ferrar? – Você não, Bolsonaro. Quero ferrar … Continue lendo

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Biometria…

Conheci as mãos de minha avó já idosas. Dedos curvados, pele fina e enrugada, unhas por fazer. Nunca foram fortes o bastante para me sustentar. Ao envolverem as minhas, entretanto, suas mãos aqueciam feito cobertor felpudo, mingau de maisena, cantiga … Continue lendo

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Legado pra esquecer…

- Aonde a senhora pensa que vai? – Ué, ver o ex-presidente, é claro. – Nome? – Meu filho, você me conhece. Venho aqui toda semana. – Seu nome. – Meu nome? Você deve estar de brincadeira. Fui presidenta disso … Continue lendo

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Sem açúcar e sem afeto…

Chico Buarque afirmou que não vai mais cantar “Com açúcar e com afeto”, música composta a pedido de Nara Leão em 1967. O motivo? A letra fala de uma mulher submissa, permissiva, capaz de perdoar com facilidade as traições e … Continue lendo

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Odisseia…

A primeira semana de viagem transcorrera sem atropelos. O embarque em BH e a chegada aos Estados Unidos – hoje em dia bem mais demorados graças aos inúmeros formulários, comprovantes de vacinação e testes de Covid a serem analisados – … Continue lendo

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Férias…

Trinta dias de conversas, afagos e mãos entrelaçadas chegaram ao fim. Trinta dias de sorrisos desarmados, de toques, de reencontros. Trinta dias repletos de oportunidades para que dois irmãos voltassem a se reconhecer grandes amigos. Trinta dias para que uma … Continue lendo

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Incoerências…

- Eu te disse, não foi? – O quê? – Que era tudo uma farsa. – Tudo o quê? – Tudo, ué. Covid, lockdown, vacinas, tudo mentira. Apenas formas de dominação do povo com base no medo. – Disse, mas … Continue lendo

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Desembarque…

Portas automáticas comandam o desfile de semblantes e expectativas. Corpos e feições tornam-se irrelevantes, à medida em que se aproximam. A cada abertura, meu olhar se fixa no vazio mais distante, em uma esquina que me lembra o horizonte prestes … Continue lendo

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Um Natal clichê…

Eu quero um Natal clichê. Um daqueles natais melosos, encantados, cheios de paz e reflexões. Um Natal de propaganda de telefonia celular, em que as chamadas virtuais transmutam-se em flashes de encontros verdadeiros. Um Natal dos filmes da sessão da … Continue lendo

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