Novembro azul…

Você se lembra, caro amigo, de quando era jovem, guri, mancebo?

E alguém o alertou que, um dia, todo vigor que sentia acabaria em desenredo?

O tempo voa, os anos se apressam, assim pelo menos percebo…

E mesmo que, diante do espelho, você ainda se veja como um bom e velho rochedo,

O fato é que alguns cuidados devem ser sempre tomados, de preferência bem cedo.

Não postergue, não se avexe, não é preciso ter medo.

O exame é tão ligeiro que antes de um minuto inteiro estará encerrado o enredo.

Se, depois da experiência, você se sentir amuado, chateado, meio azedo,

Saiba que sua virilidade, pra sua tranquilidade, passou no teste do dedo.

Mas se sentir euforia, tal qual criança que vibra com seu mais novo brinquedo,

Pode até tornar mensal, um exame que já não basta anual com o belo Dr. Alfredo.

Independente da reação, o que importa é a prevenção, não ligue pro meu folguedo.

Marque sua consulta, chame seus amigos, seja fonte de arremedo.

Divulgue sempre com ardor, mas as flores pro doutor você pode guardar segredo!

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